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Archive for the ‘Pirataria’ Category

FrankfurtMesse contra a cópia

09/07/2008 1 comentário

Quando podemos esperar tal postura da FranfurtMesse no Brasil, na Fenavem por exemplo !?

Messe Frankfurt against copying

Protection against brand and product piracy
Messe Frankfurt has been supporting exhibitors in the fight against counterfeiters since 2006.

“Messe Frankfurt against copying” is setting an example
Some 5,000 people came to the “Messe Frankfurt against copying” stand in Hall 4.1 for more information last year; following this success, the company made the decision to implement this campaign at trade fairs outside Germany as well.
Informationsstand MFaC

In January 2006, Messe Frankfurt became the first trade fair organiser to launch a concerted campaign against product and brand piracy, a cooperative effort which was undertaken with its partners, the Office for Harmonization in the Internal Market: Trademarks and Designs, the German Patent and Trademark Office, the Anti-Product Piracy Campaign Committee of German Industry, the Plagiarius campaign, the Industrial Property Rights Department of German Customs and the European Commission’s Euro Info Centres (EIC). The “Messe Frankfurt against copying” initiative has since become a very successful institution which is part of all of Messe Frankfurt’s own events. In addition to consultation, the company also offers its customers legal support, including an emergency legal service to help them obtain preliminary injunctions.

The results of this initiative have been very positive. The number of confiscations has fallen markedly, while applications for design registration are increasing, an indication that the campaign is having an effect in both intended directions: not only is it a clear warning for all product counterfeiters, but it is also an effective provider of information for exhibitors.

This campaign has also had success outside the exhibition grounds. The German Patent and Trademark Office, for example, believes that one of the reasons for the eight percent increase in applications last year was the “Messe Frankfurt against copying” campaign.

The reaction abroad has also been positive, including in China and in the USA. The US Department of Commerce has started a “Stop Trade in Fakes” campaign for its exhibitors which is modelled on “Messe Frankfurt against copying”.

Messe Frankfurt is also expanding its campaign to include events held abroad. It has already begun the international rollout of this initiative with a stand offering advisory services at Automechanika Argentina and Automechanika Shanghai.

You will find more information on “Messe Frankfurt against copying” in the brochure which is available for download here. This brochure lists all of the key measures as well as the registration options for trademarks and designs. You can also find the contact details for law firms that can offer you assistance on location at the trade fair if required.

Download: Messe Frankfurt against copying: Protection against brand and product piracy (PDF, 247 KB)


© 2008 Messe Frankfurt GmbH

Mau uso de tag pode dar multa, diz TJ-SP

Grupo Pão de Açúcar é condenado por pirataria de software

Direito do criador

por Fernando Porfírio

A Companhia Brasileira de Alimentação (CBA), dona das redes de supermercados Extra e Pão de Açúcar, foi condenada a pagar R$ 535 mil de indenização por uso indevido de programa de computador. A pirataria só foi descoberta pela vítima três anos depois da assinatura do contrato. A decisão, por votação unânime, é da 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Cabe recurso.

O valor da indenização corresponde às cópias feitas ilegalmente, acrescido de reparação pelo uso indevido por vários anos. A turma julgadora entendeu que a rede de supermercados enriqueceu com o trabalho intelectual alheio. Para os desembargadores Silvio Marques Neto, Joaquim Garcia e Caetano Lagrasta, copiar programa de computador, sem licença, é fraude ao direito do autor e precisa ser coibida e desestimulada.

A vítima da pirataria foi a Sistemakers Informática Ltda. Em outubro de 1996 ela selou contrato com CBA onde licenciou uma matriz do gerenciador de aplicativos SMK. O programa seria usado pela rede de supermercados nos servidores instalados em suas filiais. O preço estabelecido pela licença do software foi de R$ 400. A CBA fez cópias do programa e instalou em cada um dos servidores de suas 340 lojas.

A Sistemakers se valeu da Lei do Software (9.609/98) e da Lei dos Direitos Autorais (9.610/98) para recorrer à Justiça acusando a CBA de violar seu direito de criação intelectual. Em primeira instância, a Justiça paulista deu parecer a favor da Sistemakers, mas fixou a indenização extra-patrimonial em valor correspondente a 100 cópias do programa pirateado, além do pagamento das 339 cópias feita ilegalmente.

A CBA recorreu ao Tribunal com o fundamento de que não houve pirataria. Segundo ela, a Sistemakers cedeu o programa fonte do software, que poderia ser instalado em qualquer um dos servidores das 340 lojas informatizadas da rede de supermercados. Sustentou, ainda, que a indenização extra-patrimonial deveria ser cancelada por ser arbitrária e inovadora, se caracterizando mais como uma punição.

A turma julgadora não aceitou os argumentos, reformou a sentença de primeiro grau e aplicou uma condenação ainda mais dura contra a CBA. Os desembargadores entenderam que o valor aplicado na indenização deveria ser o suficiente para desestimular o uso indevido do trabalho intelectual da Sistemakers.

“Se a autora não descobre a ‘pirataria’, a ré continuaria usando uma só licença indefinidamente, locupletando-se indevidamente. Se com a descoberta ela simplesmente paga o valor das licenças faltantes, ainda assim se locupletou e não estaria desestimulada a repetir o processo”, argumentou o relator, Silvio Marques Neto.

O relator comparou o caso com o do cliente que emitiu um cheque que não foi descontado porque o banco alegou que não havia fundos naquela conta, quando na verdade existia. Depois de ter seu cheque estornado, o cliente ainda passa o dissabor de vê seu nome no cadastro negativo. Esse consumidor tem direito a uma reparação extra-patrimonial mesmo que o banco pague o cheque e retire o nome dela da lista de maus pagadores.

A turma julgadora elevou a indenização que era de 100 cópias para mil cópias, no valor unitário de R$ 400. Com isso, valor do dano moral, ou extra-patrimonial, passou para R$ 400, acrescido do pagamento das 339 cópias feitas ilegalmente.

Revista Consultor Jurídico, 15 de setembro de 2007

www.conjur.com.br

CategoriasPirataria, software

Pirataria impede geração de 2 milhões de empregos formais no país, diz deputado

indústria da pirataria impede a geração de 2 milhões de empregos formais no país e a arrecadação de R$ 60 bilhões por ano, além de atrapalhar o crescimento da economia. A opinião é do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), coordenador da Frente Parlamentar contra a Pirataria da Câmara.

A frente foi relançada hoje com o objetivo de criar propostas contra a fabricação e comercialização de produtos pirateados, entre os quais cigarros, brinquedos e remédios. Segundo o deputado 30% dos remédios que circulam no mundo são pirateados e cerca de 10% deles sequer fazem efeitos.

“Estamos falando de algo que produz danos à saúde física de cada um e à saúde econômica do país. Queremos simplificar as iniciativas de combate, tornar mais decisiva a legislação e coordenar o esforço de diferentes entidades do próprio governo nessa ação. Nossa missão é mostrar que o barato de hoje sai caro amanhã.”

A frente existe desde 2003 e surgiu como um desdobramento da CPI da Pirataria. Uma das propostas da frente é a criação de uma comissão especial para juntar num só lugar todas as propostas sobre o assunto que tramitam na casa.

“Temos vários propostas que estão perdidas nas comissões temáticas,” disse a ex-coordenadora da frente, deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Segundo ela, “a frente não tem como alvo o camelô”, porque a pirataria vai além dele. “São remédios, peças de automóveis, cigarros, que tiram os nossos empregos e impedem o desenvolvimento econômico e tecnológico do país”.

http://www.canalrioclaro.com.br/noticias/?noticia=19273

Quarta, 15 de Agosto de 2007 às 13:22

CategoriasImprensa, Pirataria